Mais ou menos


05/11/2009


As coisas como elas são - criação

Deus acordou. Acabara de ter um sonho muito louco. Tomou um cafezinho da manhã para revigorar as energias e lá foi ele cheio de inspiração por em prática o que havia sonhado.

Em um dia ele criou uma idéia louca, com umas bolinhas girando em volta de outras, umas brilhando outras não. MASSA!!! Bem louco mesmo!!! E para completar a arte e dar assim um contraste, botou uma escuridão de fundo. Ficou lindo. Mas ainda não havia terminado.

No segundo dia ele resolveu botar mais elementos naquela monotonia de bolinhas. Escolheu uma delas e a tornou mais complexa. E para não ficar tudo tão estático, criou a água, que deu mais movimento à obra.

Terceiro dia o cara acordou inspiradaço. Criou zilhões de coisinhas fotossintetizantes, de tudo quanto é espécie. Geniaaaaaaaaaaall!! Tava tão inspirado que varou a noite, e no final do quarto dia ele já tinha colocado bactéria, flor, abelha, peixinho, orquídea, ornitorrinco ... e finalmente ficou satisfeito. A obra perfeita!! Não tinha como ficar melhor. Ai para comemorar ele saiu com os outros deuses e encheu o caneco. Chegou em casa cinco da manhã, mais louco que o Lobão. Olhou para a obra e deu uma risadinha de bêbado. Catou uma ferramenta que tava no chão, sentou lá mesmo e começou a arrancar todo aquele barro que tinha ficado preso embaixo da botina. Ainda rindo, começou a fazer cobrinha com o barro, amassa aqui, amassa lá, pega um chicletinho que tava grudado na sola também e faz duas bolinhas e um canudinho, grudou no meio de duas das cobrinhas, deu o nome de Adão para aquela coisinha esquisita e tacou a criatura na obra de arte. Caiu no sono. Dia seguine acordou com aquela maldita dor de cabeça, todo torto no chão. Esfregou os olhos e olhou para frente. Lá estava a bela obra de arte com uma criaturinha horrenda fazendo xixi em tudo quanto é canto, prendendo passarinho, pixando as cavernas, fazendo o maior fuá. Obviamente ficou puto com aquela criatura bizonha pelada, e resolveu criar outra que a conquistasse e a controlasse. Foi lá no jardim, pegou um pouco de barro da jardineira que dona Deusa acabara de aguar, e foi moldando aquele barro com muita delicadeza. Não, não tem nada de costela. É tudo balela. Quase na hora do almoço, Deus terminou de fazer a mocinha. Uma fofura. Botou uma florzinha no cabelo dela, deu um beijinho na testa e botou ela junto daquele vândalo descontrolado. Foi então almoçar.

Lá para umas quatro da tarde. Deus acordou. Deu aquela espreguiçada e foi ver como as coisas estavam andando na obra de arte dele. A hora que ele chegou até assustou. As criaturinhas tinham se multiplicado monstruosamente, e cada descendente saiu de um jeito, mas estavam tomando tudo quanto é canto. Praguinhas. Deus então tentou de tudo: alagou o planetinha, nomeou uma das criaturinhas como seu filho, para tentar organizar a baderna, mandou pragas e mais pragas, mas cada vez que ele fazia algo, as criaturas arranjavam uma maneira de se sair bem. Deus passou o resto do dia tentando inventar coisas. Até livro com seus mandamentos ele mandou, criou uma igreja, mas os diachos deturparam até isso. Foi então que Ele desistiu. Foi dormir, e no sétimo dia foi pra praia descansar com dona Deusa.ouca, com umas bolinhas girando em volta de outras, umas brilhando outras n

Escrito por marina Miyauchi às 08h26
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02/11/2009


São duas da manhã

to com insônia, mas descobri que ao contrario das insônias da minha adolescência, agora eu tenho uma preguiça desgraçada de fazer qualquer coisa quando tenho insônia. por isso to aqui escrevendo nesse blog que ninguém lê ... escrever no momento é uma atividade bem preguiçosa, já qe estou falando nada sobre coisa nenhuma. e devo salientar que ainda estou fazendo um esforço sobrehumano, levando em consideração o grau de preguiça em que me encontro, afinal, estou deitada com meu note apoiado na barriga, e ele não para de me dar choques. choques causam contrações msculares, portanto acabo realizando certo esforço enquanto escrevo. fora é claro o ato de digitar (usando quatro dedos da mão esquerda e dois da direita, que é toda a coordenação que me foi cedida em todos estes anos como baixista ... )

bem, mas fora esse papo furado ... vixe ... acho que só tenho este papo furado ... havia pensado em algo para falar mas ai o cursor viajou para o parágrafo acima e tive que reconstruir algumas frases ... ai perdi o fio da meada ...

vocÊs não imaginam que coisa mais horrenda é ter um blog e não ter nada para dizer ... aliás eu até tenho, mas tenho uma preguiça danada de escrever (fora o doutorado e outras atividadezinhas a toa de meu dia-a-dia). ai tive uma grande ideia ... quer dizer, acho que é uma grande ideia ... que é escrever meus sonhos aqui.

tenho sonhos bem interessantes, não sei se é por excesso de televisão misturado com rpg, orquídeas, doutorados, bandas e filmes de terror, mas creio que é algo bem interessante ... claro, com certas modificações, já que muitos ficam meio sem pé nem cabeça caso eu vos conte assim sem certa edição e produção. gostaria de começar hoje, mas como eu já disse, EU TÔ COM INSÔNIA!!!!!

isso porque tomo remédio para dormir ... bem, não é bem para dormir, mas que ele faz dormir ... ah, isso faz. o estranho é que passo o dia inteiro com sono, mas não durmo de fato porque afinal tem coisas a serem feitas, e ai chega a noite ... cade a m%$# do sono??? pois é ... ai eu não durmo e ao invéz de fazer algo útil fico escrevendo no blog que ninguém lê ... mas pudera ... também não escrevo nele, né ... quem é que vai ler ....

 

Escrito por marina Miyauchi às 02h25
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18/06/2009


Caracas, o pior dos pesadelos acaba de acontecer: Vanessa Camargo vai estrelar a versão brasileira de high school musical. Imagina só, você ta dormindo, acorda com um barulho vindo de baixo da sua cama. Como em todo bom filme de terror, você vai lá e OLHA embaixo da cama e... de lá sai ela, Vanessa Camargo, que te dá um abraço de urso e começa a cantar sem parar. Seus ouvidos sangram até sua morte.

 Ou então, você está correndo a noite, sozinha, fugindo de um nada assustador, olhando para trás. E eis que quando você olha para frente dá de cara com ela: Vanessa Camargo. Você cai pra trás e ela em cima de você, e começa a cantar. Seus ouvidos sangram até você morrer.

Você está romanticamente observando as estrelas com seu amor. Dentro de um barco no meio de um lago em uma noite congelantemente gostosinha de ficar junto. Você ouve uma declaração de amor e quando olha para o lado ... é ela que está ao seu lado, ao invés de seu namorado. Você com o susto cai no lago e morre congelada. Bem melhor que morrer ouvindo Vanessa Camargo.

Escrito por marina Miyauchi às 22h37
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17/06/2009


O menino acordou. Pegou sua mala e foi para a escola. Dormiu na aula. Não tinha dormido direito naquela noite. Ele fechava os olhos e começava a imaginar o que havia dentro do armário. Jurava que a noite algo surgia e poderia leva-lo durante a noite, apavora-lo, até mesmo leva-lo para papai do céu. A professora o acorda pela terceira vez, manda-o lavar o rosto. No final da tarde volta para casa. Está passando sessão da tarde, “história sem fim”. Aquele dragão é assustador. Muda de canal, come o lanche que sua mãe traz. Faz tarefa. Nove horas, ta chegando a hora de ir dormir ... ele estica os olhos em direção ao guarda-roupas. Dia seguinte ele novamente não dormiu direito. Pega sua bicicleta e vai para a escola. Na aula fica imaginando as coisas atrozes que a criatura do armário poderia fazer com ele. Ao chegar em casa, está passando sessão da tarde, “Krull”. O olho na parede onde está presa a princesa ... que coisa mais assustadora. Ele come o lanche que sua mãe traz. Faz sua tarefa e a noite, meia noite, ainda está acordado. O silêncio transforma a casa num baú de barulhos. O rec rec do relojinho, o apito do segurança, o zunido no ouvido, o ronco do pai, estalos de móveis ... que hora que a criatura emitiria um som? Sonolento, ele confunde sonho e realidade, e ai vai mais uma noite mal dormida. Dia seguinte, aula de redação. O menino escreve sobre a criatura do armário. História tenebrosa, e com tragédia no final. A criatura come a cabeça do menino, dilacera seu corpo e volta para o armário. A professora fica preocupada com o menino. Pensa em conversar com a mãe dele. Final da tarde, hora de ir para casa. O menino pega a bicicleta e vai pra casa. No caminho ... morre atropelado.

Escrito por marina Miyauchi às 18h44
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16/06/2009


1995

Escrito por marina Miyauchi às 21h14
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Cinco minutos de pensamento

São esatamente oito horas. Que coisa né ... difícil cair numa hora exata... se bem que qualquer horário é difícil de acertar, a probabilidade é a mesma para todas. Meu corpo dói, minhas costas estão me matando. Tinha que ter ido no laboratório hoje, acabei não indo, mas compensou, faxinei a casa. Ai, será que a comida vai demorar para ficar pronta?? Coloquei faz uns 10 minutos no forno ... mas estava congelada. Nem sei se podia por congelada, mas tava com preguiça de cozinhar de verdade. Preguiça não, ta muito frio para cortar carne agora. Nossa, como meus dedos do pé doem, ta muito frio. Nada esquenta dedos do pé. Caramba, tinha que ter ido ao laboratório hoje. Mas estava com dor no corpo. Por isso fiz faxina. Consciência pesada de não ter ido trabalhar. Não ta tão frio assim, ta 18 graus. O termômetro deve estar quebrado. Essas coisas que vem da china sempre estão quebrando. To com vontade de enfiar o pé dentro da caneca de chá, só para esquentar os dedos. Nossa, escrevi exatamente com “s” no começo do texto, devo estar caducando. Caducando aos 28 anos, besteira. Não passa nada de útil na tv, não sei porque assisto, acho que virou hábito pq nem sei o que ta passando. Ta fazendo 18 graus e eu com esse frio, três meias, duas calças e três blusas, além das luvas ... acho que to envelhecendo, bem que o médico disse. Nossa, as teclas do notebook, realmente uso mais o canto onde ficam o A, S, E, D ... quem inventou deve ter pensado mil coisas... mas devia ser canhoto, pq ficam todas no lado esquerdo. Droga, devia ter ido ao laboratório, amanhã vou ter que acordar mais cedo para ler as placas antes da aula que começa oito e meia ... e eu escrevendo esse texto inútil... nossa, os nuggets estão cheirando, jajá devem estar prontos ... mas será que ficarão crus por dentro por estarem congelados?? Vou pegar um cobertor.

Escrito por marina Miyauchi às 20h32
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13/06/2009


Curiosidades - letras e teclado

 

Comprei um notebook há exatamente um ano. Seu teclado chegou como todos os outros, com uma superfície levemente áspera e sem brilho. Hoje, observando o teclado pude fazer uma estimativa de quais letras são mais abundantes nas palavras usadas na nossa querida língua. a digitação desgastou o teclado e as teclas mais utilizadas ganharam um novo brilho. A mais utilizada, de longe, é a letra A. pobre tecla ta parecendo chão de saguão de prédio chique, brilhando de longe mais que qualquer outra. Atrás dela vêm as letras S e E. depois vem um grupo maior composto pelas letras R, T, D, U, I E O. fora estas letras, as outras possuem bem menos brilho, e a mais opaca é o Y, isso pq meu segundo nome é Yumi, senão creio que elas estaria intocada. Dos números, o mais utilizado é o 1, seguido do 0. do resto do teclado, o shift e ctrl são quase tão brilhantes quanto o terceiro grupo de letras, o espaço é gasto sempre do lado direito, ao menos no meu caso, que sou destra, assim como o touchpad. Observei esta mesma tendência em outros computadores. É claro que a intensidade com que se aperta cada tecla também varia,e isso pode influenciar no desgaste das mesmas, mas que já é alguma coisa é, né ... 

Nossa, muito importante, né ...  

Escrito por marina Miyauchi às 11h52
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07/06/2009


Escrito por marina Miyauchi às 20h05
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28/05/2009


Bet’s – revolution

 

 

Eis que chegamos ao terceiro colegial. Marielly infelizmente já não estava entre nós (foi desta escola para outra), mas não que isso a separasse do grupo bet’s. neste ano caímos juntas, Carla, Flavia (não tem acento, né??) e Aasita. O Léo tb caiu na mesma sala, porém ainda resguardava o status de “amigo da Marina”. All não caiu na mesma sala, não lembro se estava na mesma escola, mas lembro que sempre estava junto com a gente. Somou-se ao grupo também Douglas, um rapaz por quem fui apaixonada na quarta série ... mas isso ficou na quarta série, na quinta me apaixonei pelas aulas de ingles...rsrsrs. Ele tinha um irmão gêmeo, o “Cavalo”. Neste ano colocaram os dois na mesma sala, o que me fez ver que um não tinha nada a ver com o outro. Na mesma sala também estavam Samira e Tatiana, mas fica para o próximo post.

Escrito por marina Miyauchi às 11h14
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12/05/2009


Bet’s – o não-tão-início

Durante anos não cai na sala dessa mulherada, aliás, na época, meninada mesmo, apesar de que sempre estávamos juntas na hora do intervalo. Com isso acabei conhecendo outras pessoas. Uma delas era Léo.

Eu o conheci no primeiro colegial, mas já o tinha visto na oitava série, pois ele estudava na sala de frente à minha. Digamos que seu porte “criatura malévola da oitava série” me assustava um bocado, mas ao mesmo tempo atraia, pois no auge da minha aborrescência eu não costumava andar com os meninos mais exemplares da escola. Não sei porque cargas d’água começamos a conversar, creio que simplesmente porque éramos vizinhos de carteira. Nascia ai mais uma grande amizade.

Escrito por marina Miyauchi às 15h32
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10/05/2009


Bet's - O início pt 2

Depois de muita música em inglês que não fazia o mínimo sentido, conhecemos Aasita. Nossa, sempre gostei deste nome, é o máximo ter dois As no nome!! Sempre ser o número um da lista de chamadas!!!nuuuunca ter que procurar seu nome em listas como louca porque ele ta sempre lá, em primeiro, e único também. Ashi, como a chamamos, veio pra contrabalancear a mudez de Flavia. Muito comunicativa, cantarolante e dançarolante. Depois veio Marielly, com nome igualmente único, mas mais difícil de achar na lista de chamada, que falava tanto quanto Ashi, mas ninguém a superava em números de cartas por dia.

Não estávamos todas na mesma sala, aliás, eu me lembro de ter caído com a Carla e a Flavia na quinta série, mas creio que só voltamos a estudar todas juntas no colegial. No colegial que me lembro de ter conhecido a Alline, mas não lembro a ocasião em específico. All cantava e fazia poesias, até bolamos de fazer uma banda e tals ... mas não deu certo. Parece que todas as amizades eu acabo agregando em música!!!

Escrito por marina Miyauchi às 12h08
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09/05/2009


Então povos, tentei mudar a cor do blog para preto, diz a lenda que sites com a tela preta ajudam a diminuir a emissão de gás carbônico, por poupar energia elétrica (tb é bom pro bolso, só não sei se economiza tanto a ponto de sentirmos na conta a diferença), mas as opções existentes de bolg preto são quase infantis (caveirinhas, vampirinhos & cia). mas já que falamos do preto ... ai vai o link do BLACKLE: http://www.blackle.com/ É o google, que todos amam, mas tem o fundo preto. já ajuda, né!

Escrito por marina Miyauchi às 13h35
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A pedidos...

 

Eu estava brava. os meninos gritavam "ah a irmã-gêmea da Amanda!!!" e eu me virei e perguntei para a pessoa que estava atrás de mim na fila "você acha que eu sou parecida com a Amanda?" ... e ela, creio que surpresa com a pergunta inusitada, apenas afirmou com a cabeça, segurando o riso. eu continuei nervosa.

Ano seguinte, 1992, escolhi qual carteira iria sentar (as carteiras ainda eram daquelas com a cadeira imendada na mesa, o assento abria e fechava e constantemente os meus coleguinhas prendiam os pés no vão e choravam de dor, e outros fingiam a dor para sair da aula). olhei para trás e lá estava a garota que achava que eu era irmã gêmea da amanda. rimos. Foi assim que conheci Carla Lopes, hoje Carla Robortella, aos 11 anos no colégio Olavo Bilac (entra burro e sai craque). Logo depois veio Flavia Martins, a menina que não falava, mas esse pequeno detalhe não afetou nossa simpatia por ela (aliás acho que até aumentou, virou marca!). Flavia é mestiça de espanhol com japoneses, mas acho que na verdade é um personagem de desenho que descolou das folhas.

Junto com essas duas amigas, vieram as aulas de inglês: Hello, my name is Barbara. Hy, my name is Camilo. Nice to meet you Barbara. Nice to meet you too, Camilo!

Gostamos tanto de falar esta língua esquisita, cujos inventores não sabiam pronunciar certo o som das vogais, ai falavam o "a" com som de "ei", e "e" com som de"i", que começamos a compor músicas. "Money money happy birthday, money I love you, good morning money".

É... não tinhamos muito vocabulário.

Escrito por marina Miyauchi às 10h07
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07/05/2009


acho que vai ser assim

Voltei de um “jantar romântico” no habbibs com meu namorido, e quando chegamos ele me perguntou – mas de que é seu bolg?  hhhmmm ... bem, eu não sei Bi, de escrever ... Mas escrever o que??? Ah, sei lá... de tudo ... acho que eu não consegui tirar a dúvida dele, mas eu ganhei uma. O que falar? O que que ter de mais??? Minha mãe tem um blog de horta (e Horta),  e o meu, de que que é? Vai saber ...

Surgu que então vai ser um blog de falar o máximo usando a menor quantidade de palavras o possível, afinal, não posso me esquecer que não gosto muito de escrever. E para ficar ainda mais a minha cara, vai ser um blog que fala de qualquer coisa simplesmente porque não consigo decidir do que falar. Como boa pessoa com ascendente em gêmeos (nossa, fui longe agora hein ... ) a indecisão governa minha vida.

Escrito por marina.horta às 21h42
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A estréia

Pois é ... não sei o que estou fazendo criando este blog, me deu vontade. acho que gostei tanto do blog da minha mãe que acabei criando um, mas não sei porque. não gosto muito de escrever, na verdade acho que nem sei mais escrever direito, isso ficou perdido lá no meu primeiro colegial quando ensinaram-me a tal dissertação. bem, mas enfim ... tenho um blog!! Êêêê!!!

minha mãe falou que pode fazer sucesso porque as pessoas não gostam de ler, preferem textos curtos e ver imagens ... bem, então não gosto muito de escrever e vou ser lida por pessoas que não gostam muito de ler.

enfim ... sejam bem vindos!!

Escrito por marina.horta às 19h39
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BRASIL, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Animais, Casa e jardim, Pintura e desenho
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